14/03/2016
Uma vida bem sucedida: crer na eficácia do sangue de Jesus (1/9)
16/05/2009
O que é a Igreja?
Esta é uma pergunta que com muita frequência tem sido levantada por muitos entre o povo que professa o nome do Senhor. Alguns perguntam com sinceridade, com verdadeiro desejo de receber do Senhor luz e entendimento. Outros a fazem, e infelizmente, não diante de Deus. Fazem-na apenas buscando oferecer as respostas que mais satisfazem seus próprios corações e suas próprias cobiças. E daí, a cada ano, década e mesmo a cada século que tem passado, vemos uma situação tão caótica e com grande afastamento do propósito original de Deus em Cristo Jesus para a Sua Igreja.
Que loucura o que vemos hoje no meio da chamada cristandade! Quanta edificação de um nome que não o do Senhor. Nos faz lembrar o desejo e a expressão proclamada antes de Babel: ”…eia, edifiquemos uma cidade e uma torre…e tornemos célebres o nosso nome”. E a consequência foi a confusão de línguas! Quanto desejo de edificação de “domínios”, “impérios” e tudo em nome de Cristo. Muitas coisas feitas de uma forma que até mesmo o mundo se escandaliza. E no entanto, tudo isso tem sido chamado de “igreja”.
Deixo abaixo com você o artigo de Austin Sparks que li hoje pela manhã onde ele dá uma resposta a essa pergunta. É certo que esta não é uma resposta completa, mas certamente ela mostra algo que está no coração de Deus.
Que o Senhor possa iluminar os olhos do nosso entendimento e que sejamos encontrados por Ele edificando aquilo que permanecerá diante DEle.
No amor do Senhor.
BP
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O que é a igreja? O pensamento de Deus não é o Cristianismo; não é o de ter igrejas como centros organizados do Cristianismo; não é a propagação do ensino e empreendimento cristãos. O pensamento de Deus é o de ter um povo na terra no qual, e no meio do qual, Cristo é tudo em todos. Esta é a igreja. Temos que revisar nossas idéias. No pensamento de Deus a igreja começa e termina com isto – a absoluta supremacia do Senhor Jesus Cristo. E o que Deus está sempre buscando é juntar aqueles de Seu povo que mais completamente concretizarão este pensamento dele, e serão para Ele a satisfação de Seu próprio desejo eterno: o Senhor Jesus em todas as coisas tendo a preeminência e sendo tudo em todos. Ele ignora a grande instituição, a assim chamada “Igreja”, e está com aqueles que em si mesmos são de um humilde e contrito espírito e que tremem diante de Sua palavra, e nos quais o Senhor Jesus é o único objeto de reverência e adoração. Estes satisfazem o coração de Deus. Estes, para Ele, são a resposta à Sua eterna busca.
Vocês percebem que a Palavra de Deus diz isto. Vejam novamente Cl 3:11: “no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos”. Eles têm se revestido “do novo homem, que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”. Observem atentamente estas palavras e vocês entenderão que este é o homem corporativo, a Igreja, o Corpo de Cristo, “a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas” (Ef 1:23). E ali, naquele homem corporativo, não pode haver grego ou judeu. Note as palavras. Não diz que gregos e judeus se unem em uma abençoada comunhão. Não, não há nacionalidades na igreja; temos nos livrado de todas as nacionalidades, e agora temos um novo homem espiritual, uma nova criação, onde não pode haver grego, judeu, escravo, livre. Todas as distinções terrenas se foram para sempre – é um novo homem. O braço direito não é um judeu e o braço esquerdo um grego!
Não, isto passou. Nesta Igreja há apenas um novo homem – não uma combinação onde anglicanos, metodistas, batistas, congregacionais e todo o resto se juntam e esquecem suas diferenças por um tempo; isto não é a Igreja. Na Igreja estas diferenças não são meramente cobertas por um tempo – elas não existem. Há um Corpo, um Espírito. A Igreja é isto, “Cristo é tudo em todos”. Tenha isto e tem-se a Igreja. Chamar qualquer outra coisa de Igreja e deixar isto de fora é uma contradição. Testem-na através disto.
Se é verdade que a vida cristã conforme o pensamento e a mente de Deus é somente isto, “Cristo, tudo em todos”, então somos eu e você verdadeiros cristãos? Pois temos visto que mediante a cruz nós desaparecemos para dar lugar para o Senhor Jesus. Agora, se professamos ter vindo pelo caminho do Calvário até o Senhor, a implicação é que desaparecemos por intermédio desta cruz, para que Cristo seja tudo em todos.
O que pensar? Queremos nós um pedacinho do mundo? Nós ainda voluntariamente nos apegamos a esta ou aquela coisa fora do Senhor, porque o Senhor Jesus não tem nos satisfeito plenamente e precisamos ter um contrapeso? Um cristão mundano é uma contradição de termos. Ter um pouquinho de algo fora de Cristo é negar o Calvário e permanecer diretamente em oposição ao eterno propósito de Deus referente a Cristo. Você assume esta responsabilidade? Deus determinou isto desde toda a eternidade no referente a Seu Filho. Podemos nós professar pertencer ao Senhor Jesus e ao mesmo tempo ainda não ser verdade que Ele é tudo em todos para nós? Se podemos, há algo errado, há uma negação, uma contradição. Estamos nos opondo ao pensamento e propósito de Deus. É verdade que Ele é tudo em todos? Ele será isto se tomarmos todo o caminho.
Oh! Estas sugestões sutis que estão sempre sendo sussurradas em nossos ouvidos, que se desistirmos disto ou daquilo iremos nos arruinar, e a vida será mais pobre, e seremos reduzidos até que nada tenha restado. É uma mentira! É isto que contrapõe o grande pensamento de Deus sobre nós. O pensamento de Deus sobre nós é que alguém, nada menos que Seu Filho, Jesus Cristo, em Quem toda a plenitude da divindade habita em forma corpórea, seja a nossa plenitude. Toda a plenitude de Deus em Cristo para nós! Você nunca obterá isto ao rejeitá-lo. A vida será muito menos do que precisa ser se você não for até o fim com o Senhor. E o que se obtém em matéria de nossa consagração ao Senhor, nosso inteiro e completo abandono a Ele em nossa vida, nosso deixar completamente tudo que não é do Senhor, isto se obtém no domínio do serviço. Esta carne ama se jactar na obra cristã, e nos diz que se passarmos a ser dependentes do Senhor nós passaremos a ter um tempo de ansiedade. Mas uma vida de dependência de Deus pode ser uma vida de contínuo romance. É ali que fazemos descobertas que são constantes maravilhas.
Você pode estar quase morto num minuto e no seguinte o Senhor lhe dá algo para fazer e você fica muito vivo, dependendo dele para cada respiração sua. Assim você vem a conhecer o Senhor. Mas, depois daquela experiência, você se torna de novo inútil e morto por um tempo, contudo você se lembra de que o Senhor fez algo. Então Ele faz de novo; e a vida se torna um romance. Ninguém pensaria que você estava dependendo do Senhor para sua própria respiração. É algo muito abençoado saber que o Senhor está fazendo isto, quando você não pode fazê-lo de jeito nenhum – é humana e naturalmente impossível, mas o Senhor o está fazendo!
Prossigamos, amados, no assunto da Igreja. Apliquem o teste. Não estou falando com julgamento ou censura, nem tenciono discriminar num sentido errado, mas deixe-me ser fiel – para nós, nossa comunhão deve estar onde o Senhor Jesus é mais honrado. Nossa comunhão deve estar onde Deus tem o que é seu mais plenamente, onde Cristo é tudo em todos. Nós não podemos estar presos por tradições, por coisas que levantam um clamor e assumem uma denominação. Onde o Senhor é mais honrado, aí é onde nossos corações devem estar; onde tudo o mais é feito subserviente a apenas isto: “Cristo, tudo em todos”. Este é o pensamento de Deus sobre a Igreja, e este deve ser o lugar aonde nossos corações gravitam. O lugar onde Deus vai registrar Seu testemunho e trazer o impacto deste testemunho sobre outros será encontrado onde o Senhor Jesus é mais honrado. E vocês perceberão que onde houver pessoas famintas vocês terão oportunidade de ministério se vocês estiverem completamente em acordo com o propósito de Deus referente a Seu Filho.
Extraído do site com o seguinte link:
25/02/2009
A benção de ter amigos
30/11/2008
Muito além dos limites...
Há pessoas que pela graça de Deus superaram grandes obstáculos, venceram limitações que pareciam intransponíveis, pessoas que aos olhos humanos estavam cheias de debilidades, mas que a partir dessas fraquezas se tornaram fortes. Cumpriu-se com elas a expressão da Palavra de Deus, “da fraqueza tiraram força”!
Pelo poder motivador de Deus, elas a despeito de tantas dificuldades que as rodeiam, apesar de tantas lutas que tem de travar dia a dia, se superam! Elas se tornam um espetáculo vivo de esperança e ânimo para todos aqueles que em algum momento experimentam desânimo e até mesmo desespero.
Há poucos dias assistindo a um pequeno vídeo sobre o testemunho e experiência de vida de Tony Meléndez, imediatamente veio à minha mente esta expressão “da fraqueza tiraram força”. A superação e a experiência de vida dele traduzem com grande ênfase o que significa esta afirmação.
Convido você a parar um pouquinho e assistir este vídeo postado abaixo.
Que o Senhor possa continuar usando o testemunho deste irmão para abençoar a muitos trazendo ânimo e esperança, num mundo tão perdido e cheio de dor!
Em Cristo,
BP
03/09/2008
Este é meu Rei!
Ao ouvir este sermão, não há como não ser levado a um espírito de adoração e louvor ao Senhor Jesus. O irmão Lockridge, de um modo muito arrebatador, declara quem é o seu Rei, o Senhor Jesus.
Como o sermão está em inglês, fiz uma busca na net para ver se achava alguma tradução e encontrei uma no site www.monergismo.com, de Felipe Sabino.
Convido você a ouvir este trecho do sermão acompanhando a tradução do inglês para o português no vídeo disponibilizado (encontrei vários vídeos no youtube com este trecho do sermão, “That’s my King” - Este é meu Rei).
Que o Espírito Santo nos conduza a nos render a esse tão maravilhoso Rei, o Senhor Jesus!
(Nota: Recebi hoje - 03/05/09 - do Ademar no "Deixe sua mensagem" o endereço desse mesmo video já legendado em portugês no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=-BM2Mn-3Dto&feature=player_embedded)
He's the King of the Jews - that's an Ethnic King.
He's the King of Israel - that's a National King.
He's the King of righteousness.
He's the King of Heaven.
He's the King of glory.
He's the King of kings and He is the Lord of lords.
Now that's my King.
Don't try to mislead me.
My King is the only one of whom there are no means of measure that can define His limitless love.
No far seeing telescope can bring into visibility the coastline of the shore of His supplies.
Well... well...
He's entirely sincere.
He's eternally steadfast.
He's immortally graceful.
He's imperially powerful.
He's impartially merciful.
He's God's Son.
He's the sinner's saviour.
He's the centerpiece of civilization.
He stands alone in Himself.
He's august.
He's unique.
He's unparalleled.
He's unprecedented.
He's supreme.
He's pre-eminent.
He's the highest personality in philosophy.
He's the supreme problem in higher criticism.
He's the fundamental doctrine of true theology.
He's the cardinal necessity of spiritual religion.
That's my King.
Well... Bem...He... Ele...
He's the only one able to supply all of our needs simultaneously.
He cleanses the lepers.
He's the doorway of deliverance.
He's the pathway of peace.
He's the roadway of righteousness.
He's the highway of holiness.
He's the gateway of glory.
He's the master of the mighty.
He's the captain of the conquerors.
He's the head of the heroes.
He's the leader of the legislatures.
He's the overseer of the overcomers.
He's the governor of governors.
He's the prince of princes.
He's the King of kings and He's the Lord of lords.
That's my King.
That's my King.
My King....Meu Rei...
His office is manifold.
His promise is sure.
His light is matchless.
His goodness is limitless.
His mercy is everlasting.
His love never changes.
His Word is enough.
His grace is sufficient.
His reign is righteous.
His yoke is easy and His burden is light.
He's incomprehensible. He's invincible. He is irresistible.
That's my King.
I'm talking about... He had no predecessor... and He'll have no successor.
There was nobody before Him... and there'll be nobody after Him.
You can't impeach Him... and He's not going to resign.
That's my King!
Praise the Lord...
That's my King!
We're around here talking about black power and white power and green power, but is God's power.
Yeah...Yeah... Thine is the kingdom and the power and the glory... forever... and ever... and ever... and ever...
And when you get through with all of the foreevers... then Amen!
19/06/2008
Por que lhes falas por parábolas?
de .......para esquinadecomunhao@gmail.com
data 17 de junho de 2008 20:49assunto PARÁBOLAS DO SENHOR JESUSIrmãos,
Um amigo meu que tem se mostrado interessado pelas coisas do Senhor, me perguntou porque o Senhor Jesus muitas vezes falava através de parábolas. A dúvida dele, e que acho que não respondi bem, é querendo Ele salvar a todos nós, porque não falava mais claramente? Será que vocês podem me ajudar a responder a dúvida dele tomando por base a própria palavra do Senhor, inclusive me explicando também a importância de se falar em muitas ocasiões através do recurso de parábolas no nosso cotidiano?Obrigado pela ajuda e que o Senhor vos abençoe!/Assinado/
Querido irmão:
Paz seja sobre a sua vida!
É interessante que esta pergunta que o seu amigo fez, foi em certo sentido a mesma pergunta que os discípulos fizeram ao Senhor. A pergunta deles foi: “ Por que lhes falas por parábolas?” (Mt 13:10)
O meu entendimento (e não podemos ser dogmáticos nisto) é o seguinte:
O Senhor Jesus falava muito diretamente quando o assunto era salvação eterna. Tome por exemplo alguns versos do evangelho de João, das palavras do Senhor Jesus:
3:14 E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado,
Entretanto, quando o Senhor estava falando dos mistérios do reino de Deus, ou quando Ele falava a respeito do discipulado, a Sua linguagem não era a mesma. Ele muitas vezes usava de parábolas e figuras. Era uma linguagem que revelava a verdade, mas ao mesmo tempo a ocultava.
Ou seja, os mistérios do reino de céus e os princípios do discipulado eram revelados apenas para aqueles que tinham crido nele, aqueles que eram nascidos de novo. Mas quanto aos que o rejeitavam, e não criam nele, nenhum mistério do reino de céus lhes era revelado.
Então agora veja qual foi a resposta do Senhor aos seus discípulos:
Mateus 13
11 Ao que respondeu: Porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas àqueles não lhes é isso concedido.
12 Pois ao que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
13 Por isso, lhes falo por parábolas; porque, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem.
14 De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías: Ouvireis com os ouvidos e de nenhum modo entendereis; vereis com os olhos e de nenhum modo percebereis.
15 Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados.
16 Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque vêem; e os vossos ouvidos, porque ouvem.
17 Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não viram; e ouvir o que ouvis e não ouviram.
O que vemos aqui é que por causa do endurecimento dos judeus (representado por suas autoridades) e por causa da rejeição ao Senhor Jesus, como mostrada em Mateus 12, o Senhor começa a falar-lhes em parábolas, como um juízo sobre eles. Mas os mistérios do reino dos céus que eram ocultos aos judeus, eram revelados aos discípulos através das parábolas.
O sentido disso é o que Paulo disse aos irmãos em Corínto, que “o homem natural (aquele que não nasceu de novo) não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. (1 Cor 2:14). Ele também disse que “a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1 Cor 1:18)
Como crentes em Jesus Cristo, temos o privilégio de conhecer os mistérios do reino dos céus. E isso nos é dado por revelação de Deus, no sentido de que não vem de carne e sangue, não é algo do homem, mas somente de Deus. Por isso Paulo ora em relação aos irmãos em Éfeso, “para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele, iluminados os olhos do vosso coração...” (Ef 1:17-18).
O que eu quero dizer com isso é que conhecer os mistérios do reino é um privilégio nosso, mas que também não é algo automático. Precisamos buscar ao Senhor por revelação, por entendimento espiritual. E agrada ao Senhor revelar essas coisas aos que o buscam. É um direito nosso conhecer aquilo que está no coração de Deus. Os seus mistérios estão ocultos para aqueles que não O receberam, mas estão à disposição daqueles que O buscam.
Assim que o Senhor falou a parábola do semeador os seus discípulos inicialmente não a entenderam, mas porque perguntaram ao Senhor Ele teve prazer em lhes explicar. Assim também podemos fazer. Podemos orar: “Senhor abra o meu entendimento para conhecer os teus mistérios. Dá-me entendimento para conhecer o que está no teu coração”!
Quanto “à importância de se falar em muitas ocasiões através do recurso de parábolas no nosso cotidiano”, creio que o mais sábio é buscar a direção do Espírito Santo para que Ele use o nosso falar de modo desimpedido e com graça. O recurso da parábola é muito poderoso para se fazer entender e comunicar a verdade. As figuras de linguagem podem avivar as verdades que se quer comunicar. Mas devemos usá-las sem abusar, sem exageros, apenas como ilustração ou para enfatizar uma verdade. Alguns parecem que tem o dom natural para fazer bem isso. Outros, como eu, só podem admirar quem consegue fazer assim. Se você tem essa facilidade e o faz com graça, se esmere e continue.
Bem, era isso meu querido irmão. Este é o meu entendimento.
Vou postar esta resposta no blog e quem sabe outros irmãos possam contribuir também acrescentando ou mesmo com um ponto de vista diferente. Assim você poderá ter outras contribuições em resposta a essa sua dúvida.
Espero ter ajudado.
Um abraço.
NAquele que nos deu o Espírito Santo que nos guia a toda a verdade,
Billy Pinheiro
12/06/2008
Um outro evangelho
(Gálatas 1:6-8)
Queridos amigos:
Depois de muitos dias sem vir nesta "Esquina" para comunhão com vocês através das postagens, estou de volta. A agitação e corre-corre do dia-a-dia acabaram por me imobilizar quanto a estar aqui e poder repartir com vocês aquilo que Deus tem colocado no meu coração. Vendo o meu dia-a-dia neste último mês, posso reafirmar o quão necessário é viver a realidade das duas mensagens que postei anteriormente: Remindo o tempo: as prioridades da nossa vida e Remindo o tempo: Contando os nossos dias diante do Senhor. E talvez seja assim mesmo, o Senhor nos leva a situações que permitem que sejamos provados exatamente naquilo que pregamos (ou postamos). Mas a Ele que sempre nos conduz com sua graça e amor seja todo o louvor!
Quero deixar aqui hoje uma breve reflexão da expressão que Paulo usou para os Gálatas: “um outro evangelho”.
Nada há tão maravilhoso para aqueles que sendo pecadores perdidos se tornaram filhos amados de Deus quanto ao fato de terem recebido o evangelho de Deus. Quão insondável é este evangelho! Quanta riqueza nos foi trazida da parte de Deus através deste evangelho! Ah, meus queridos, como Paulo diz, é o “evangelho das insondáveis riquezas de Cristo”! (Ef 3:8)
Pare um pouquinho aqui: permita cada palavra tocar o seu espírito. Quão grande é o evangelho que Deus nos outorgou: evangelho das insondáveis riquezas de Cristo!
Paulo estava chamando a atenção aos Gálatas, pois eles estavam deixando este evangelho e indo após outro evangelho. Que coisa terrível. E porque outro evangelho? Na verdade eles estavam acrescentando algo à graça de Deus. Estavam acrescentando algo à obra de Cristo. O que estava sendo pregado entre eles era que a graça não era suficiente, lhes era necessário acrescentar um punhado de coisas da lei, principalmente a circuncisão.
Mas para proteção dos irmãos ali, Deus levantou um Paulo para tocar a trombeta da verdade e a “plenos pulmões” dizer que seria anátema quem pregasse um evangelho que fosse além da graça de Deus.
“Senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo” (Gal 1:7). Não estaria isso ocorrendo hoje no meio da irmandade? Temos visto tantos desvios da verdade, tantas perversões do evangelho de Cristo.
Quando olhamos para a irmandade hoje, tão oprimida por sistemas religiosos, sistemas e tradições de homens, jugos terríveis, não seria isso que nosso irmão Paulo nos diria também? Creio que sim! Quanto legalismo tem sido imposto como uma forma de vida e não apenas isso, mas até mesmo como condição de salvação. “Cuidado irmãs, no inferno está cheio de mulheres que usam batom”, vociferou um pregador. Como se a entrada na glória fosse determinada por usar ou não um apetrecho de maquilagem. Quanta loucura!
Gostaria de proclamar com todas as minhas forças: qualquer coisa que seja acrescentada à graça de Deus é uma desonra e desprezo à pessoa do Senhor Jesus e à Sua obra na Cruz!
Oh, meus queridos, temos todas as coisas de Deus no evangelho de Jesus Cristo. Todas as coisas nos foram doadas no evangelho. Na verdade o evangelho é o próprio Senhor que nos foi dado! “Por que Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...” (Jo 3:16) Tudo está nele, em Cristo! Do início ao fim. Toda a nossa salvação está nele. Em nada mais! Em nenhum sistema, em nenhum esforço da nossa parte, em nenhum credo religioso, em nenhuma prática, em nada que possamos fazer, mas está na bendita pessoa de Jesus Cristo!
Meu querido, vocês já experimentou essa graça maravilhosa de Deus? Você está seguro e descansado nEle, de que agora você é aceito diante do Pai por causa dEle e da sua obra na cruz? Espero que todos os que lêem esta postagem tenham uma firme certeza de que receberam o evangelho de Deus.
Todo evangelho que não dá a primazia a Cristo e à Sua obra, ou que não O tenha colocado como suficiente em tudo e em todos, é um “outro evangelho”! Fujamos deste “outro evangelho” para o verdadeiro evangelho. Corramos para:
o evangelho da graça de Deus (At 20:24);
o evangelho de Deus (Rm 1:1);
o evangelho de seu Filho (Rm 1:9);
o evangelho de Cristo (Rm 15:19);
o evangelho da glória de Cristo (2Cor 4:4);
o evangelho da vossa salvação (Ef 1:6);
o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo (Ef 3:8);
o evangelho da paz (Ef 6:15);
o evangelho de nosso Senhor Jesus (2 Ts 1:8);
o evangelho da glória do Deus bendito (1 Tm 1:11);
para CRISTO e Ele somente!
Deixo a seguir um pequeno vídeo da pregação do irmão John Piper com tradução para o português, que denuncia o “evangelho da prosperidade" como um "outro evangelho”.
Este é apenas um exemplo de um outro evangelho. Mas como tem sido tão difundido no Brasil, espero que esta postagem aqui seja de ajuda para nos alertar e encorajar a permanecermos nEle, que é o verdadeiro evangelho de Deus!
NAquele que é o nosso evangelho,